Pubeite - Pubalgia: Como intensificar a recuperação
A pubalgia torna-se cada vez mais comum no meio desportivo, principalmente entre os jogadores de futebol, tenistas e corredores de longa distância como resultado de movimentos corporais compensatórios causados por gestos repetitivos durante a atividade física.
A pubalgia crônica tem como principais causas o encurtamento dos músculos posteriores da coxa, a sobrecarga à musculatura adutora da coxa e a fraqueza dos abdominais.

Os sintomas da pubalgia diferem de um atleta para outro, mas caracteriza-se por dor em vários níveis distintos da cintura pélvica relacionado com a prática desportiva; dor ao nível da região inguinal e até na coluna lombar
A sintomatologia se apresenta em quatro estágios evolutivos:
1o-) a dor aparece depois de um jogo;
2o-) a dor aparece durante o jogo;
3o -) a dor aparece ao se começar a atividade física e;
4o -) a dor se desencadeia em repouso e os mínimos movimentos.
O diagnóstico é fundamentalmente clínico, através da detecção de sinais e sintomas.
O diagnóstico diferencial da pubalgia são muitos e variados, incluindo hérnia inguinal e femural, doenças do tecido conectivo, prostatite, uretrites, causas iatrogênicas secundárias a procedimentos pélvicos, separação da sínfise púbica causada pelo parto (gestantes), doenças neurológicas e infecções.
Testes e sinais diagnósticos como Manobra de Grava e Teste do Flamingo podem ser utilizados para auxiliarem.

Tratamento:
Temos conseguido ótimos resultados com a quiropraxia associada à fisioterapia. Tratar o púbis localmente, não resolveria o problema, pois não se trataria as causas e sim os sintomas. As condutas adotadas dependem dos desvios encontrados na avaliação estática e dinâmica das partes envolvidas, portanto, as alterações biomecânicas devem ser corrigidas pelo quiropraxista e associada com o tratamento feito pelo fisioterapeuta.
Referências
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MELLION, Morris B. Segredos em medicina desportiva. Porto Alegre : Artes médicas, 1997.
WILLIANS, Paul R., THOMAS, Daniel P.; DOWNES, Edward M. Osteitis pubis and instability of the pubic symphysis: whwn nonoperative measures fail. The Americam Journal of Sports Medicine, v. 28, n. 3, p. 350-355, 2000.























